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Resenha: Estilhaça-me (Estilhaça-me #1) - Tahereh Mafi

outubro 05, 2014


Ninguém sabe por que o toque de Juliette é fatal. Enquanto ela não fere ninguém, ninguém realmente se importa. Doenças estão acabando com a população, a comida é difícil de encontrar, os pássaros não voam mais, e as nuvens são da cor errada. O Restabelecimento disse que seu caminho era a única maneira de consertar as coisas, então eles jogaram Juliette em uma célula. Agora muitas pessoas estão mortas, os sobreviventes estão sussurrando guerra – e o Restabelecimento mudou sua mente. Talvez Juliette é mais do que uma alma torturada de pelúcia em um corpo venenoso. Talvez ela seja exatamente o que precisamos agora. Juliette tem que fazer uma escolha: ser uma arma. Ou ser um guerreiro.

Título original: Shatter Me
Livro #1 da trilogia Shatter Me
Autora: Tahereh Mafi
304 páginas (edição brasileira)
Editora: Novo Conceito
★★★

Então, para começar eu li esse livro sem saber nada sobre ele, além  do fato de que a garota podia matar com o toque da pele tipo a Vampira e estava com altas expectativas. Eu gosto de entrar em livros sem saber nada sobre eles. Depois, eu acho que o principal motivo pelo qual eu não gostei tanto é que não é meu tipo de livro. Eu comecei amando, depois odiei e terminei gostando.

Começando com coisas boas. A escrita da Mafi é incrível e completamente diferente de qualquer outra coisa que eu já li. Ela usa de muitas metáforas (tipo, muitas mesmo) e tudo tem um tom um pouco sonhador e delirante. É muito gostoso de ler e provavelmente o principal motivo que me fará ler os próximos.  

A história começa bem intrigante com a situação em que a Juliette se encontra e com todo o mistério envolvido em como diabos ela foi parar ali apesar de não ser muito difícil adivinhar. Não só isso, mas o mundo distópico também era intrigante. Essa primeira parte é minha favorita, principalmente com a chegada do Adam.




Só que eu achei que nada disso desenvolveu. Eu esperava mais explicações sobre o Restabelecimento e sobre os planos que o Warner tinha para a Juliette. Eu sabia para quê ele queria ela, mas por quê? Qual é o motivo disso tudo? O que ele quer exatamente? Talvez seja abordado mais nos próximos livros.

Juliette é muito dramática. No começo, as reações que ela tinha com relação às coisas que aconteciam a ela eram muito plausíveis, devido a tudo que ela passou. Porém, com o passar do livro eu, como leitora, esperava que ela evoluísse e parasse de se enrolar num canto a cada coisa que acontecesse que a assustasse. Mas não. Ela nunca se impõe pra nada. Tudo que ela faz vem do medo, da pressão, de ser obrigada, de ser induzida. Ela não faz quase nada por conta própria, então fica meio difícil pensar nela como uma heroína. É IRRITANTE! Também tem o fato de que todo mundo é obcecado com ela. Diga o nome de um personagem que não ficou de queixo caído com a Juliette. Julgando pelas condições em que ela esteve, achei difícil que ela estivesse tão estonteante.

Não consigo nem pensar no que dizer sobre o Adam. Eu gosto e não gosto dele. Acho ele muito perfeito. Argh! Na verdade os dois são santos. Booooring. Mas eu devo admitir que o romance dos dois é de tirar o fôlego! Warner, Kenji e James foram meus preferidos até agora. O que eu gosto deles é que eles são aqueles personagens cheios de personalidade. Enquanto Adam e Juliette são sem gracinha e previsíveis. Adam nem tanto, mas Juliette...





Entrando em mais detalhes sobre o romance, mesmo eu tendo gostado em geral da história deles, eu achei um pouco "destinado para ser". Eles nunca se falaram e bang! se amam. Eu gostaria de ter visto eles se apaixonando, sabe, e eles são apaixonados desde o princípio, o que me desapontou um pouco.

O final é bem X-Men e não sei se isso me agrada tanto. Parece legal, mas eu não sei como a Juliette-desmaia-toda-hora vai se encaixar nisso.

Como eu disse, o problema é que esse não é meu tipo de livro. É focado muito no romance e pouco desenvolvido em outras coisas. Recomendo? Pra quem gosta de muito romance, sim.





Fiquei um bom tempo pensando no que diria na resenha de Estilhaça-me e cheguei à conclusão de que faria apenas a resenha escrita. O motivo: eu não gostei tanto dele assim e não estava conseguindo organizar meus pensamentos para fazer um vídeo. Se você quer um vídeo, veja o Christine, nós dividimos as mesmas opiniões.  

Sobre o inglês, achei fácil. Se você é intermediário deve conseguir ler sem problemas.


E vocês, já leram? O que acharam?
Xoxo!

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Resenha: Prodigy (Legend #2) - Marie Lu

julho 13, 2014



June Iparis - desaparecida. Isso é o que a República quer que seu povo pense. Que estou "desaparecida". O que eles não dizem é que me querem morta. Eu ajudei Day, o criminoso mais notório do país, a escapar de sua execução, ajudei os rebeldes Patriotas em uma revolta encenada e dei minhas costas à República. Mas eu não vou dar as costas ao Day.

Título original: Prodigy
Livro #2 da trilogia Legend
Autora: Marie Lu
304 páginas (edição brasileira)
Editora: Prumo
★★★


Quando li Legend pela primeira vez eu sabia que essa trilogia tinha potencial para ser uma das melhores distopias que eu li, especialmente pela forma como tudo parecia real e possível de realmente acontecer. Este é o livro que te atinge bem nos sentimentos. Prodigy superou Legend ao aprofundar mais em seus personagens e expandir nossa visão do país e do mundo criado pela Marie Lu.

Atenção! Se você não leu Legend, sugiro que não continue lendo esta resenha! Clique aqui para ver a resenha em vídeo de Legend!

Nós descobrimos muito mais sobre os Patriotas, as Colônias e até mesmo a República em si e como está o resto do mundo nesse futuro. Muitas coisas que foram superficiais no primeiro livro são explicadas, segredos sujos são descobertos, June e Day lutam para conciliar suas diferenças e fazer o que precisa ser feito. Nós saímos um pouco dos problemas deles e entramos nos problemas da República, da guerra contra as colônias, e principalmente no jogo de lealdade. Afinal, quem é realmente o inimigo?

Distopia

Resenha: Correr ou Morrer - James Dashner

agosto 28, 2013

Maze Runner #1
Autor: James Dashner
Editora: Vergara & Riba
Ano: 2010
Páginas: 426
Gênero: Distopia
Nota: ★★★★★ + 
Skoob
Ao acordar dentro de um escuro elevador em movimento, a única coisa que Thomas consegue lembrar é de seu nome. Sua memória está completamente apagada. Mas ele não está sozinho.
Quando a caixa metálica chega a seu destino e as portas se abrem, Thomas se vê rodeado por garotos que o acolhem e o apresentam à Clareira, um espaço aberto cercado por muros gigantescos. Assim como Thomas, nenhum deles sabe como foi parar ali, nem por quê. Sabem apenas que todas as manhãs as portas de pedra do Labirinto que os cerca se abrem, e, à noite, se fecham. E que a cada trinta dias um novo garoto é entregue pelo elevador. Porém, um fato altera de forma radical a rotina do lugar - chega uma garota, a primeira enviada à Clareira. E mais surpreendente ainda é a mensagem que ela traz consigo. Thomas será mais importante do que imagina, mas para isso terá de descobrir os sombrios segredos guardados em sua mente e correr, correr muito. 

Ok, eu precisava fazer essa resenha o mais rápido possível porque eu comecei a ler Prova de Fogo (o segundo livro) e não queria acabar misturando sentimentos (e estou gripada, rouca, ou seja, sem vídeo por enquanto).

Quem me acompanha no twitter sabe que eu estava com altas expectativas e completamente louca para ler esse livro. Só posso dizer uma coisa: superou qualquer expectativa que eu tinha. Esse livro foi INCRÍVEL! É o meu tipo de livro. É o tipo de livro que eu realmente gosto de ler. Não teve nada nele que eu não gostei.

Que história de tirar o fôlego, minha gente! Thomas acaba preso em uma Clareira cheia de garotos, cercada por um labirinto cheio de monstros e sem memória. Tudo que eles sabem é que precisam desvendar o Labirinto e encontrar uma saída. Porém, à noite, o Labirinto é invadido por monstros chamados Verdugos, o que os impede de explorar o lugar mais a fundo. Mas, afinal, por que estão presos em um Labirinto? Qual o propósito disso?

Sabemos o que Thomas sabe e, como ele está sem memória (assim como todos os garotos), passamos o livro inteiro "no escuro", sem muitas respostas. Até mesmo no final, percebemos que há muito mais além do labirinto. Para mim isso só funcionou como uma ótima ferramenta para querer ler mais e mais. 

A história é FANTÁSTICA. Me prendeu do início ao fim, sabendo misturar o mistério, suspense e ação com a angústia de não saber o que está acontecendo. Parece que o autor dava algumas respostas só pra confundir a gente mais ainda. Mas lá na frente, pá, aquela informação faz sentido e o quebra cabeça começa a formar uma imagem. Isso foi muito genial.

Distopia

Resenha + Vídeo: Divergente - Veronica Roth

janeiro 27, 2013

Divergente - Livro 1.
Autor: Veronica Roth
Editora: Rocco
Ano: 2012
Páginas: 504
Gênero: Distopia / YA
Nota: 5 / 5

Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto. A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é. E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.

Primeiro livro que li em 2013! E foi um ótimo começo!

Veronica foi muito feliz em seu primeiro livro. Ela conseguiu criar um futuro muito interessante e realístico, embora no começo eu tenha achado um pouco estranho essa divisão por personalidade. A narrativa que ela usa, em primeira pessoa e em tempo real, é empolgante e flui muito bem. Acompanhamos Beatrice Prior (Tris) durante a mudança mais drástica de sua vida e ela se revela ser uma personagem maravilhosa e perturbadora ao mesmo tempo. 

As primeiras páginas são muito interessantes e intrigantes enquanto conhecemos brevemente a vida na facção de Beatrice. Porém, logo após a iniciação chegamos em um ponto em que o ritmo rápido dá lugar a páginas e mais páginas somente com treinamentos e interações entre os personagens. Sem nenhuma revelação e nenhuma informação diferente. Não é chato de maneira alguma, é até muito intenso, mas é repetitivo. Mas calma, porque essa é quase a única coisa que me incomodou e o livro é incrível depois que essa fase passa.

Distopia

Resenha: Jogos Vorazes - Suzanne Collins

agosto 14, 2012

Autor: Suzanne Collins
Ano: 2010
Nº de Páginas: 397
Gênero: Distopia/ Jovem Adulto
Editora: Rocco
Sinopse: Após o fim da América do Norte, uma nova nação chamada Panem surge. Formada por doze distritos, é comandada com mão de ferro pela Capital. Uma das formas com que demonstram seu poder sobre o resto do carente país é com Jogos Vorazes, uma competição anual transmitida ao vivo pela televisão, em que um garoto e uma garota de doze a dezoito anos de cada distrito são selecionados e obrigados a lutar até a morte! Para evitar que sua irmã seja a mais nova vítima do programa, Katniss se oferece para participar em seu lugar. Vinda do empobrecido distrito 12, ela sabe como sobreviver em um ambiente hostil. Peeta, um garoto que ajudou sua família no passado, também foi selecionado. Caso vença, terá fama e fortuna. Se perder, morre. Mas para ganhar a competição, será preciso muito mais do que habilidade. Até onde Katniss estará disposta a ir para ser vitoriosa nos Jogos Vorazes? - Skoob

Terminei de ler Jogos vorazes ontem e já estava louca para fazer uma resenha. Eu li esse livro tão rápido, acho que em menos de três dias - eu fiquei alguns dias sem ler absolutamente nada e quase morri de ansiedade.

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